16 e 18 de Junho de 2026 | Rio de Janeiro
Sejam Bem Vindos
Alguns encontros mudam o rumo das coisas.
O nosso foi assim.
Agora, diante de um novo começo, queremos reunir ao nosso redor as pessoas que são parte da nossa travessia — aquelas que ocupam lugar na memória, nas conversas, nos dias comuns e nos dias importantes.
Este casamento não é só uma data.
É um gesto de escolha. Um passo dado com intenção.
E ter você conosco torna esse momento mais completo.
Nos vemos no dia em que diremos “sim” ao futuro — cercados de quem sempre esteve presente.
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Os Noivos

Adriana
Ela é daquelas que sonha grande — e trabalha ainda maior para transformar sonhos em realidade. Persistente, determinada, nunca mediu esforços para ver diante de si aquilo que um dia imaginou.
Desde pequena, carrega curiosidade pelo mundo e acreditava que podia conquistar seu espaço. E foi assim que fez: acreditou, caminhou, construiu sua própria história.
Psicóloga por escolha e por essência, é profundamente interessada nas pessoas e nas histórias que cada uma carrega. Observa, escuta, sente. Tem um olhar atento aos detalhes e uma sensibilidade que a faz se encantar com facilidade — pelos lugares, pelas paisagens, pelas pessoas.
Apaixonada pelo Rio de Janeiro, carrega por onde vai suas raízes mineiras e o amor pela família. É presença que acolhe, que ilumina e que transforma o caminho em algo mais bonito.

Felipe
Também conhecido como Luiz Felipe, Gallo, Lipe, é carioca, apaixonado por música, por boas conversas com os amigos e uma cerveja bem gelada. Formado em publicidade, trabalha com imagem e design — alguém atento aos detalhes, mas que valoriza mesmo é o que é simples e verdadeiro.
Gosta de correr na praia, ler um bom livro, tocar violão, sair com amigos para conversar sem pressa na mesa de um bar, estar perto da família e de sua gata, Nina.
Toca caixa em um bloco de percussão, Batuquebato, porque acredita que a vida precisa de ritmo. É paciente, sensível, curioso e criativo — do tipo que observa o mundo com cuidado e sempre encontra beleza nas pequenas coisas.
No amor, escolheu construir com calma, parceria e presença. E é assim que chega até este dia: com os pés no chão, o coração aberto e pronto para começar um novo capítulo.
Nossa história
Ela sabia que ele existia.
Ele seguia o próprio caminho, enquanto o tempo preparava o encontro dos dois..
Por um tempo, eram apenas dois caminhos correndo paralelos na mesma cidade. Dois mundos próximos, mas ainda sem se tocar. Até que, no tempo certo — porque algumas histórias precisam amadurecer antes de começar — eles se encontraram de verdade.
A conversa foi leve. O riso veio fácil. E o que era só curiosidade virou vontade de ficar.
Sem pressa, construíram o que importa: parceria, cuidado, admiração. Entre música, praia, shows, viagens, encontros com amigos, conversas profundas e silêncios confortáveis, perceberam que dividir a vida parecia o movimento mais natural do mundo.
E assim, quase sem perceber, aquilo que era encontro virou escolha.
E a escolha virou amor.
Agora, seguem lado a lado — não porque precisam, mas porque querem. Todos os dias.

Recém-chegada ao Rio, Adriana saiu para se divertir com as amigas, Julia e Tati. Entre risadas e descobertas sobre a nova cidade, a conversa virou curiosamente para o tipo de pessoa que chamava sua atenção.
No meio da multidão, ela apontou alguém como exemplo.
Era o Felipe.
Julia, surpresa, riu antes de responder: era primo dela. E, como quem entende que certos encontros não podem esperar, atravessou o espaço para fazer as apresentações.
Naquela noite, porém, nada aconteceu.
Talvez porque algumas histórias precisem de tempo. De amadurecimento. De caminhos percorridos antes do ponto exato do reencontro.
O primeiro capítulo foi breve — mas necessário.

Os anos passaram, mas os encontros continuaram acontecendo — sempre nas reuniões da família da Julia, Adriana já não era apenas amiga; era presença constante.
Felipe observava de longe. O olhar a encontrava com facilidade, acompanhando cada vez que ela atravessava a sala, se envolvia em alguma conversa animada, ou apenas passava servindo o prato de salgadinhos. Havia algo nela que naturalmente chamava sua atenção — uma mistura de leveza e intensidade difícil de ignorar.
Quando surgia uma oportunidade, ele se aproximava. Ficava por perto, entrava na roda, participava da conversa — mas sem falar diretamente com ela. Como se ainda estivessem ensaiando o momento certo.
Era uma história que seguia sendo escrita nos intervalos.
Silenciosa. Paciente. À espera.

Até que veio a feijoada da Rede Postinho.
Entre música, amigos e aquele clima leve de encontro, Adriana e Felipe se viram mais uma vez. Mas, dessa vez, havia algo diferente. Talvez estivessem mais prontos. Talvez a vida já tivesse feito o trabalho silencioso de preparar os dois.
Se cumprimentaram.
Ele continuava acompanhando-a com o olhar — agora menos tímido, mas ainda discreto.
E, pela primeira vez, ela sustentou aquele olhar. Aceitou. Permitiu que ele ficasse.
Sem saber que aqueles dias mudariam tanta coisa, deram espaço para que algo começasse.
Depois da feijoada, seguiram com os amigos para um bar. Na organização improvisada das mesas, por uma dessas coincidências que parecem pequenas mas não são, acabaram sentados um de frente para o outro.
E então falaram diretamente pela primeira vez.
Conversaram sobre blocos de carnaval, sobre música, sobre o bloco em que Felipe tocava caixa. A conversa fluiu com naturalidade, como se estivesse apenas retomando algo que já existia em silêncio havia anos.
Naquela noite, algo se abriu para os dois.
E, dessa vez, decidiram não deixar passar.

No dia seguinte, Adriana foi à terapia como em qualquer outra semana. Contou sobre a feijoada, sobre o bar, sobre a conversa que tinha ficado ecoando. O psicólogo, atento, disse com delicadeza: dessa vez, ela tinha escolhido deixar alguém entrar. E isso era diferente do que costumava fazer.
Adriana se assustou. Tentou racionalizar, diminuir o peso daquilo. Mas, no fundo, sabia. Havia algo diferente nele — e nela também. Algo mais aberto, mais disponível, mais verdadeiro.
Incentivada por essa percepção, fez o que não costumava fazer: tomou a iniciativa. Mandou uma mensagem simples, dizendo que tinha gostado da conversa do dia anterior.
Felipe, naquele momento, estava em casa assistindo O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. A cena dizia que era 29 de agosto e que, em 48 horas, a vida de Amélie mudaria para sempre — embora ela ainda não soubesse disso.
Foi exatamente nesse instante que o celular vibrou.
Ele leu a mensagem de Adriana sem imaginar que, em menos de 48 horas, a própria vida começaria a mudar também. Sorriu. Respirou fundo. E a convidou para sair.
Sem grandes anúncios.
Sem saber que aquele gesto simples era o começo de tudo.

48 horas depois, estavam sentados um diante do outro — agora em um restaurante espanhol, no primeiro encontro de verdade.
Na televisão, passava o jogo do Flamengo. Para Felipe, era mais do que uma partida; era o time do coração. Ainda assim, escolheu estar ali. E escolheu sem hesitar.
Curiosamente, os dois pensaram em desmarcar naquele dia. O nervosismo, a dúvida, o medo silencioso de criar expectativa. Mas nenhum dos dois desmarcou.
E foi assim que se encontraram.
No começo, tímidos. Algumas pausas, risos contidos, perguntas cuidadosas. Mas, pouco a pouco, a conversa ganhou ritmo. O tempo passou sem que percebessem.
O encontro foi leve. Verdadeiro. Bom.
Ao final da noite, ele a levou em casa. Gentil como sempre, se despediu com um beijo no rosto — desses que parecem simples, mas carregam a promessa silenciosa de que aquilo ainda estava só começando.

Nos dias que seguiram, houve pequenos desencontros. Ainda assim, marcaram um segundo encontro.
Era feriado. Adriana trabalharia naquele dia. Felipe a convidou para um evento de música. Ela topou. Mas, quando já se preparava para sair, Copacabana estava bloqueada — o então presidente estava na região, ruas fechadas, caminhos interrompidos. E ela não conseguiu sair do bairro.
A noite parecia ter mudado de rumo.
Adriana decidiu assistir ao jogo do Flamengo com as amigas. Felipe, após o Festival, foi para o mesmo bairro ver a partida. Estavam próximos. Muito próximos. Sentados quase lado a lado — sem saber.
Só depois do jogo trocaram mensagens e perceberam a coincidência. Riram. Combinaram de se encontrar ali mesmo.
E se encontraram.
Felipe levou Adriana e as amigas embora. Na porta de casa, as amigas subiram, deixando os dois sozinhos na calçada ainda iluminada pela conversa que não queria terminar.
Houve um instante de silêncio. Um vento inesperado atravessou a rua — desses que parecem empurrar o momento na direção certa. Felipe aproveitou a coragem que o vento trouxe.
E o primeiro beijo aconteceu.
Simples. Natural. Exatamente no tempo deles.

O ano passou quase sem que percebessem.
Entre encontros que se tornaram rotina, conversas longas, aniversários, casamentos, viagens de família, entre Maricá, Campinas e Muzambinho, almoços de família e risadas com amigos, a vida dos dois foi se misturando com naturalidade. Já conheciam as casas um do outro, os jeitos, as histórias de infância, os silêncios e os planos.
Era evidente que havia algo especial ali. Não parecia mais um começo frágil — era construção. Já era namoro, mesmo que o pedido oficial ainda não tivesse sido feito.
Até que, no dia 28 de agosto do ano seguinte, veio o pedido.
Especial. Pensado. Emocionante.
Um daqueles momentos que suspendem o barulho do mundo por alguns segundos. Olhos marejados, mãos entrelaçadas, a certeza tranquila de que estavam exatamente onde deveriam estar.
E, mais uma vez, escolheram ficar.

Dois anos passaram cheios de história.
Vieram as viagens, a primeira eurotrip, a Oktoberfest comemorando o aniversário do Felipe, muitos shows e festivais. Vieram as descobertas de casal, os desafios, as certezas silenciosas que só o tempo confirma.
Até que Felipe foi para Muzambinho passar o ano novo com a família da Adriana. Estar ali, na cidade dela, nas raízes, no começo de tudo que a formou, trouxe uma clareza inesperada.
Sem planejamento, sem roteiro, sem ensaio.
O pedido simplesmente veio.
Entre conversas, afeto e aquela sensação de estar exatamente no lugar certo, as palavras saíram quase no susto — mas carregadas de verdade. Foi espontâneo. Emocionado. Real.
Com a promessa de que, um dia, viria um pedido pensado, preparado, com anel e tudo o que o momento merecia.
Mas, ali, no improviso e na sinceridade, já havia o que realmente importava: a vontade de construir a vida juntos.

Meses depois, embarcaram para mais uma viagem à Europa. Adriana participaria de um congresso, e a chegada foi por Madrid — a cidade que, em uma conexão rápida no passado, tinha ficado como promessa. Faltava conhecer com calma o Parque do Retiro, onde não tinham conseguido entrar da outra vez.
Havia também um desejo dela em fazer uma sessão de fotos em casal. Escolheram a querida Fernanda para registrar o momento.
O que Adriana não sabia é que Felipe enxergou ali a oportunidade de cumprir a promessa que tinha feito meses antes.
Em silêncio, combinou tudo com a fotógrafa. O cenário estava escolhido.
No nascer do sol, com o Parque do Retiro ainda vazio, eram apenas os três. Entre cliques, risos e passos leves pelo parque, o momento se desenhou.
E ali, naquela manhã dourada, veio o pedido oficial.
Pensado. Preparado. Com emoção transbordando nos olhos.
Dessa vez, com tudo o que o amor deles merecia.
"Se a história for sempre assim
melhor pra mim"
O Evento
Para celebrar tudo o que vivemos até aqui, escolhemos fazer deste momento algo vivido com calma.
Serão dois dias. Duas cerimônias. Dois jeitos de dizer “sim”.
No primeiro, viveremos a cerimônia religiosa — um instante de fé, significado e tradição. Um momento de silêncio e profundidade, onde reafirmamos nossas raízes e aquilo em que acreditamos.
No segundo dia, ao ar livre, celebraremos de forma leve e próxima, com a recepção no mesmo local. Um encontro para brindar, abraçar, dançar e comemorar ao lado de quem faz parte da nossa história.
E, entre um dia e outro, um intervalo. Um respiro.
Porque para tanta emoção, também é preciso pausa.
Queremos viver cada etapa com presença, alegria e tempo para sentir. E estamos muito felizes por dividir tudo isso com você.
16.06.2026 – 15:00
Cerimônia Religiosa
Outeiro da Glória
Praça Nossa Senhora da Glória, 135 – Glória, Rio de Janeiro – RJ
18.06.2026 – 15:00
Cerimônia e Recepção
Solar Real
R. Aprazível, 39 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ,
Algumas Memórias
Agora que você conhece de perto a nossa história, queremos te convidar a percorrer alguns dos momentos que nos trouxeram até aqui.
Nesta galeria estão fragmentos do que vivemos: viagens, encontros, dias comuns que se tornaram especiais, sorrisos espontâneos e lembranças que guardamos com carinho.
São memórias que contam, em imagens, aquilo que as palavras nem sempre alcançam.
Que, ao olhar cada foto, você consiga sentir um pouco do que sentimos — e perceber como, pouco a pouco, fomos construindo o nosso caminho.










RSVP
Para nos ajudar na organização deste momento tão especial, pedimos a gentileza de confirmar sua presença.
Como nossa celebração acontecerá em duas datas, é importante indicar na confirmação se estará nos dois momentos.
• cerimônia religiosa, que acontecerá no Outeiro da Glória no dia 16/06,
• na celebração aberta e recepção, que acontecerá no Solar Real no dia 18/06.
• E também caso precise escolher um dos dois ou não possa comparecer.
Sua resposta é muito importante para que possamos planejar tudo com carinho e receber cada convidado da melhor forma.
Agradecemos desde já e esperamos muito poder celebrar com você.
Lista de presentes
O melhor presente pra gente é ter você nesse dia tão especial 💖
Mas, se quiser nos presentear, deixamos algumas sugestões de presentes que vão ajudar a deixar nossa lua de mel ainda mais incrível e o começo da vida de casados cheio de alegria!
E se preferir algo mais prático, pode mandar um Pix com qualquer valor (sem taxas e com muito amor)
amore.dri.lipe@gmail.com
Desde já, muito obrigada pelo carinho. 🫶
Algumas dicas
Para quem vem de fora, ficamos muito felizes em saber que você fará essa viagem para celebrar conosco.
Estamos ansiosos pela sua presença.
O Rio de Janeiro é uma cidade incrível, cheia de beleza, cultura e energia — e queremos que você aproveite ao máximo sua estadia.
Separamos algumas dicas simples para ajudar a tornar sua viagem ainda mais tranquila.
